PIS 2022: até quando posso sacar o benefício?

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Os trabalhadores que esqueceram ou preferiram não sacar o abono salarial PIS 2022 ainda podem solicitar o dinheiro. Esse pagamento se refere ao ano-base 2020.

Os valores estão disponíveis até 29 de dezembro. Para esse grupo, o abono do PIS foi creditado em conta corrente ou poupança na Caixa ou em poupança social digital (Caixa Tem) para os não correntistas do banco.

Confira o calendário completo, os valores a serem pagos, quem tem direito e como sacar.

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Quem tem direito?

Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários-mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias, no ano-base de pagamento.

Inscrito no PIS-Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

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Lembrando que o calendário de recebimento leva em consideração o mês de nascimento, para trabalhadores da iniciativa privada, e o número final da inscrição, para servidores públicos.

O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal. Diferente do Pasep que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil.

Quanto é o valor?

O valor do abono salarial pode chegar até um salário mínimo, de acordo com a quantidade de meses trabalhados. Só recebe o valor total quem trabalhou os 12 meses do ano anterior.

Esse valor passa a variar de R$ 101 a R$ 1.212. Veja a lista abaixo:

  • 1 mês trabalhado – R$ 101;
  • 2 meses trabalhados – R$ 202;
  • 3 meses trabalhados – R$ 303;
  • 4 meses trabalhados – R$ 404;
  • 5 meses trabalhados – R$ 505;
  • 6 meses trabalhados – R$ 606;
  • 7 meses trabalhados – R$ 707;
  • 8 meses trabalhados – R$ 808;
  • 9 meses trabalhados – R$ 909;
  • 10 meses trabalhados – R$ 1.010;
  • 11 meses trabalhados – R$ 1.111;
  • 12 meses trabalhados – R$ 1.212.

 

Como pedir a reemissão?

Pode ser feito:

Presencialmente, com um documento com foto em uma das unidades regionais do Ministério do Trabalho para abertura de recurso administrativo, ou pelo e-mail trabalho.uf@economia.gov.br, colocando no lugar de “uf” a sigla do estado em que o trabalhador reside.

Como consultar o benefício?

Para saber se tem direito; quando e quanto vai receber do abono salarial, o trabalhador pode ligar para o número 158 ou consultar a carteira de trabalho digital.

O aplicativo da Carteira de Trabalho Digital está disponível para Android e iOS (Apple).

Desde 1º de fevereiro, o trabalhador do setor privado também pode consultar a situação do benefício e a data de pagamento nos aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem.

Como sacar?

Os trabalhadores da iniciativa privada com conta corrente ou poupança na Caixa Econômica Federal receberão o crédito do PIS automaticamente no banco, de acordo com o mês de nascimento.

Os demais beneficiários receberão os valores por meio da poupança social digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, Caixa Aqui ou agências, também de acordo com o calendário de pagamento escalonado por mês de nascimento.

Já o pagamento do ano-base 2021 será realizado apenas em 2023, afirma o Ministério.

“De acordo com a deliberação do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) em março de 2021, os dados referentes ao ano-base de 2021 entregues pelos empregadores na RAIS Anual serão objeto de procedimentos operacionais para identificação dos trabalhadores com direito ao abono salarial, que serão realizados entre o mês de outubro do ano de 2022 e janeiro de 2023, e o pagamento será realizado de acordo com calendário de pagamento a ser publicado pelo Codefat em janeiro de 2023. Assim, nos termos dos regramentos legais em vigor, em 2022 somente haverá pagamento referente ao ano-base de 2020”, informa.

A mudança no calendário representou uma economia de R$ 7,45 bilhões em despesas em 2021. Segundo o governo, a mudança foi necessária para evitar o descumprimento de regras contábeis e financeiras, impedindo que despesas fossem divididas em dois anos.

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